Meu doce predileto é chocolate.
Mas chocolate amargo... daqueles que mandam uma mensagem forte para as papilas gustativas...
Tem dias que só um chocolate me salva.
E eu não vou mais pra Bahia... terra do cacau.
E da minha amada capoeira.
Brasil terra do cacau, café e capoeira.
Voltei para o Brasil já faz 3 meses. Acho que passei no tempo de experiência!
Minha língua não embola mais, as palavras deixaram de saltar...
Mas meus pensamentos, meus sonhos, minhas decisões e meus caminhos...
Ahhh... esses estão pululando na minha mente inquieta e eu continuo me perguntando pra onde a estrada vai.
Percepções, insights, notícias, sinal de fumaça...
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
sábado, 30 de abril de 2011
Poncovô?
Oncotô? Poncovô?
Pois é, essas duas aí são questões cruciais em certos momentos...
Nem sempre é fácil saber oncotô, já que o estar pode ser interpretado de diversas formas... rs
Mas agora meu Q da questão é poncovô... Será que vamos para Marrakesh semana que vem, depois do atentado de quinta?
Olhe... estava inspiradíssima para essa viagem, câmera, luzes e ação preparadas... fora que conhecer um mundo totalmente diferente, um continente nunca pisado, uma riqueza cultural, cores diferentes das que conheço... expectativa altíssima!
Porém, pergunto-me, quem inventou a hypothetical situation? As 3 conditionals? Quem, quem? Keynes? O "e se?" martelou minha cabeça ontem e hoje... Mas a decisão ainda não foi tomada!
Outro poncovô que povoa minha mente inquieta é a coisa de ir para Paris. Ir, onde ficar, estar sozinha, querer compartilhar com o Pão (que estará em Dublin,) a fama dos parisienses, meu dim dim contado agora (já q a Boots me bootsnou heheeh)...
Negócio é suar um tiquim pra ver que os 99% de transpiração funcionam mesmo... pq a inspiração...
Pois é, essas duas aí são questões cruciais em certos momentos...
Nem sempre é fácil saber oncotô, já que o estar pode ser interpretado de diversas formas... rs
Mas agora meu Q da questão é poncovô... Será que vamos para Marrakesh semana que vem, depois do atentado de quinta?
Olhe... estava inspiradíssima para essa viagem, câmera, luzes e ação preparadas... fora que conhecer um mundo totalmente diferente, um continente nunca pisado, uma riqueza cultural, cores diferentes das que conheço... expectativa altíssima!
Porém, pergunto-me, quem inventou a hypothetical situation? As 3 conditionals? Quem, quem? Keynes? O "e se?" martelou minha cabeça ontem e hoje... Mas a decisão ainda não foi tomada!
Outro poncovô que povoa minha mente inquieta é a coisa de ir para Paris. Ir, onde ficar, estar sozinha, querer compartilhar com o Pão (que estará em Dublin,) a fama dos parisienses, meu dim dim contado agora (já q a Boots me bootsnou heheeh)...
Negócio é suar um tiquim pra ver que os 99% de transpiração funcionam mesmo... pq a inspiração...
sexta-feira, 11 de março de 2011
6 meses na Irlanda!
O tempo passa muito rápido, num piscar de olhos já se foram 6 meses desde que vim para a Irlanda. Em meio a tantas experiências novas está a saudade que sempre bate forte: família, amigos, comida, clima...
Desembarquei na Irlanda em pleno outono, frio com muita chuva e ventania. Até que chegou o inverno e descobri então que antes a temperatura até que estava bem confortável. Eita friaca danada, sempre abaixo de zero e ainda nevava sem parar. A propósito, neve é uma coisa muito bacana, mas somente no primeiro dia, depois enche o saco. Agora é primavera, a temperatura está um pouco mais alta (entre 7 e 12°C), chove e venta bastante, e as flores já crescem nas árvores.
Além do clima, outra experiência muito curiosa que vivi aqui foi quando comecei a jogar capoeira. Aprendi os movimentos básicos com um polonês! Isso mostra que capoeira não é algo inerente ao brasileiro, como pensam alguns europeus. Uns dias depois, em um workshop do grupo de capoeira, participei de uma aula forró e o professor era alemão. É a cultura brasileira espalhada pelo mundo!
Por enquanto é isso...
Um grande abraço a todos!
Desembarquei na Irlanda em pleno outono, frio com muita chuva e ventania. Até que chegou o inverno e descobri então que antes a temperatura até que estava bem confortável. Eita friaca danada, sempre abaixo de zero e ainda nevava sem parar. A propósito, neve é uma coisa muito bacana, mas somente no primeiro dia, depois enche o saco. Agora é primavera, a temperatura está um pouco mais alta (entre 7 e 12°C), chove e venta bastante, e as flores já crescem nas árvores.
Além do clima, outra experiência muito curiosa que vivi aqui foi quando comecei a jogar capoeira. Aprendi os movimentos básicos com um polonês! Isso mostra que capoeira não é algo inerente ao brasileiro, como pensam alguns europeus. Uns dias depois, em um workshop do grupo de capoeira, participei de uma aula forró e o professor era alemão. É a cultura brasileira espalhada pelo mundo!
Por enquanto é isso...
Um grande abraço a todos!
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Faz tempo...
Tempos sem postar, não por falta de assunto, mas por falta de algum impulso interno...
Falta de insights ou será que as enzimas não estão dando conta de digerir tudo que se passa pela Ilha Esmeralda?
By the way, ontem começou a Primavera aqui e hoje o Salve é para Iemanjá!
Às flores e ao mar!
Falta de insights ou será que as enzimas não estão dando conta de digerir tudo que se passa pela Ilha Esmeralda?
By the way, ontem começou a Primavera aqui e hoje o Salve é para Iemanjá!
Às flores e ao mar!
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